Explaining and Appraising Moral Intuition [J. Knobe and J. Greene]

Knobe-Greene

2 comentários

  1. Rodrigo Cid · · Responder

    Neste vídeo aparece Joshua Knobe falando de uma experiência interessante que fez. Ele questionou as pessoas sobre o que elas achavam de casais gays se beijando na rua. A maior parte delas respondeu que não havia nada de errado com isso. Daí, tendo em vista os experimentos que indicam que as pessoas estão mais inclinadas a atribuir intencionalidade quando se trata de um ato considerado moralmente reprovável do que quando se trata de um ato considerado moralmente irreprovável, Josh cria um caso sobre a intencionalidade e a homossexualidade. O caso é algo como o seguinte:

    O secretário pergunta ao chefe: “essas imagens, se presentes no filme, incentivarão o comportamento homossexual. Devemos colocá-las no filme?”. O chefe responde: “não me importa o que essas imagens vão incentivar; elas serão boas para vender o filme”.
    [O exemplo não é bem assim, mas isso é o suficiente para deixar o meu ponto claro]

    A questão de Josh é se a ação do chefe é intencional. E a maioria das pessoas respondeu que sim. Essa resposta junto com a primeira sugerem que as pessoas estavam expressando algo diferente do que sentiam, se for verdade que os juízos sobre intencionalidade são influenciados pelos juízos morais.

    O que me chamou atenção de todo esse experimento é que as respostas das pessoas aos experimentos podem ser influenciadas por uma série de fatores, inclusive por fatores de dentro do próprio experimento. De repente, a própria forma como arrumamos a questão pode influenciar uma resposta. Será que não devemos, de certa forma como Josh, começar a pensar sobre experimentos para descobrirmos quais são as influências causadas pelos próprios experimentos (pelo modo que apresentamos os problemas)? Isso nos levaria a grandes avanços numa metodologia da apresentação do experimento. O que me leva a pensar… Será que a apresentação do experimento do “Contradiction at the Borders” já não influencia as respostas das pessoas? Será que ao olhar figuras e contradições, as pessoas não são levadas a pensar que devem dizer que há contradições? Se elas vissem apenas as frases, sem as figuras, como seriam suas respostas?

    1. Rodrigo Cid · · Responder

      Eu disse: “[O exemplo não é bem assim, mas isso é o suficiente para deixar o meu ponto claro]”. Mas eu queria dizer: [O EXPERIMENTO não é bem assim, mas isso é o suficiente para deixar o meu ponto claro].

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