Pelos modelos unificados

Rodrigo Cid

Muitas vezes os filósofos experimentais, na tentativa de explicar quais são os processos psicológicos subjacentes às intuições das pessoas, nos dão abordagens que dividem os processos psicológicos em modelos duais ou superiores. Por exemplo, uma explicação comum contemporaneamente para explicar nossos juízos morais é dizer que eles são frutos de um modelo dual parte consequencialista e parte principiológico. O que penso não é que está equivocado nos prover um modelo dual, mas antes que se provemos um modelo dual, isso é uma indicação de que nossa investigação ainda não chegou no final. E penso ser assim, pois se há um modelo dual que funciona às vezes de uma maneira e às vezes de outra, se o princípio da razão suficiente estiver correto, então tem de haver uma razão pela qual ele às vezes funciona de uma maneira e às vezes de outra. E essa razão faz com que o modelo dual anteriormente construído não seja fundamentalmente dual, pois haveria um princípio geral que regeria em que situações cada tipo modelo funcionaria. É esse princípio geral, unívoco, que temos que investigar quando investigamos o fundamento de nossos processos psicológicos de superfície (como as intuições e os modelos duais). Vocês concordam?

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